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Uma livraria toda sua. :)

Saturday, April 30th, 2011

Há alguns anos atrás, quando os livros digitais começaram a ser populares, eu, assim como milhares de outros leitores apaixonados pelos tricôs das letras e palavras, não acreditava no sucesso de um produto tão frio: sem cheiro, sem textura, sem espessura, sem tamanho. Afinal, além do contéudo, os livros também encantam pelas suas histórias físicas, suas páginas amareladas ou novinhas,  peso,  cheiro… o livro que era da avó, a dedicatória da melhor amiga, a mancha da gotinha de café deixada por uma tarde fria de inverno; ou até mesmo, o cheiro de mofo acumulado pelo tempo.

Hoje, eu, assim como outros milhares de outros leitores apaixonados… (o resto vc sabe ;) ), estou apaixonada por um gadget moderno, “simples” e prático. Depois de muito tempo e muita pesquisa, escolhi o Nook Color, da Barnes & Noble, uma rede americana de livrarias.

A idéia de ter todos os meus livros favoritos ao meu alcance, em qualquer lugar, em um segundo, todos ali: lindos e coloridos; venceu “uma” das minhas batalhas contra o amor ao papel e a história de cada livro. Pensei na praticidade, na rapidez (vc tem a sua coleção de livros e uma livraria em suas mãos, quando quiser!), no espaço, no peso e na companhia infalível; sucumbi a tecnologia, mais uma vez.

E o cheiro, o amarelo, a dedicatória e tudo mais; onde ficaram? No livros! Oras! Os digitais são práticos… os de papel são únicos e especiais. Os de papel ainda existem, eu ainda posso folheá-los, comprá-los, emprestá-los, amá-los! Ainda posso entrar em um livraria e passar horas viajando entre as prateleiras, posso entrar em um bibilioteca e passar horas fazendo cara e pose de intelectual, posso parar em um banca e comprar a revista do mês que saiu de manhã cedinho, mas posso também, ter todos os meus livros (os disponíveis, lançados na forma digital) dentro da bolsa, a qualquer hora, em qualquer lugar. Ou seja, eu posso SIM conviver com o tradicional e o moderno.

O Nook Color é quase um tablet, um computadorzinho de mão. O tamanho é perfeito, o peso é perfeito e a interface não está longe da perfeição. Quando você segura um NC, vc tem a sensação de estar segurando um livro. O peso e tamanho enganam o seu cérebro e vc tem a sensação de estar segurando um livro de papel. No começo você sente saudade de virar as páginas, depois você se acostuma com a praticidade de tocar na tela e te não ter que “lutar” contra a espessura de um livro grosso, por exemplo. Além disso, o que mais me encanta é ter um dicionário, literalmente, na ponta dos meus dedos, . Não sabe o significado de uma palavra? Você toca na palavra por dois segundinhos, um balãozinho aparece e te dá opções: consultar o dicionário local (q. já vem pré-instalado no aparelho) ou consultar a internet (Google ou Wikipedia – porque o sistema operacional é do Google)? Quer fazer uma anotação? Use o mesmo dedo (ou outro RS), os mesmos dois segundos e pronto… anota, marca, muda de cor., zoom in, zoom out. A letra está muito pequeninha… ué.. é só mudar! Não quer ler mais, trocar de livro, ler uma revista? Para, troca, lê; e depois, volta para o mesmo livro, na mesma página. Quer consultar um capítulo que já leu… toca a tela e escolhe o capítulo no index, tudo o que vc faria com um livro normal (e muito mais); a não ser derrubar o café, porque até “dobrar” as pontinhas vc, virtualmente, pode. ;)

Além disso, o NC também permite que você use a internet, divirta-se com joguinhos, ouça música, assista vídeos, veja fotos, edite textos de documentos pessoais, etc. Antes da última grande atualiação, vc podia usar internet e fazer tudo o que foi citado, mas os jogos eram limitados a dois ou três e não havia um aplicativo para edição de texto, entre outros. Agora, vc tem a opção de comprar outros joguinhos e outros aplicativos disponíveis na loja virtual da B&N, através do Nook Color. Não é um iPad (porque foi criado para os amantes dos livros), mas não fica muito atrás…

A tela brilha muito comparada com a do Kindle? Brilha… é uma tela linda, mas reflete a luz. E daí? Os protetores de tela, anti-brilho estão aí para serem usados. Eu uso protetores em meu NC e  netbook; a qualidade da imagem ainda é a mesma e, se eu quiser, tiro e volto a usar a tela com brilho, sem “machucar” o aparelho.

Enfim, meus braços estão abertos para o futuro… que venham os digitais, porque os de papel nunca morrerão.

(Clique na foto para ver a versão maior)

Algumas demonstrações do meu NC.  É claro que só coloquei o básico e não mostrei a minha “biblioteca”,  arquivos pessoais (fotos, documentos – txt, doc, pdf, etc.) e coleção de aplicativos; mas pelas fotos dá para ter um idéia do como é legal ter um Nook para leitura. :)

Informações técnicas? Ele é muito mais do que você imagina…Roda em um Android… o que é uma outra história, para um outro post. ;)

Ah sim… a bateria?  Dura dias e dias em standby e horas ativo (8 de acordo com as especificações do site, mas muito mais pela minha experiência); ou seja, você só não consegue ler por causa de bateria, se for o cúmulo da distração. ;)

Punto e basta

Monday, September 13th, 2010

Depois de quase 8 anos, estou chegando a conclusão de que está na hora de encerrar este blog.  Não encerro de teimosia.  Não é que eu não tenha assunto; assunto é o que não falta.  A verdade é que não tenho tido vontade de escrever.  Culpa de quem?  Dos gênios que inventaram o Twitter e o Facebook.  Principalmente do cara que inventou o Twitter.  Atualmente, você não precisa de um blog para expressar qualquer sentimento e pensamento, muito menos para manter a família e amigos atualizados sobre o que está acontecendo com você.  No Twitter, tudo é imediato e sem muita enrolação. Tá com raiva? 140 caractéres. Cansada? 140.  Indignada? 140.  Foi a um show? 140.  Encontrou um amigo querido? 140.  Tudo pode ser comunicado, compartilhado e registrado em 140 caractéres.  E mais… 140 é pouco? Ué, é só usar mais 140 e pronto; todo mundo recebeu a informação inteira, na hora, “punto e basta”.

Em 2002, quando iniciei o Jardim, weblog era uma coisa “moderna”.  Ninguém precisava ficar editando “HTML” para publicar alguma coisa na internet (porque naquele tempo, os websites ainda eram 100% editados em HTML!).  Os blogs facilitaram as vidas das pessoas (ou devo dizer dos “geeks”?).  Todo mundo podia ter blog e website.  Era tudo super fácil. O negócio era ter um endereço no Blogger e usar a ferramenta como se usava o Hotmail (porque naquela época, o Gmail ainda não existia).

Em 2010, isso tudo é 100 vezes mais fácil.  Hoje em dia, você não precisa nem de um computador para se comunicar com o planeta.  Tem um celular com internet?  Pronto. Todo mundo já pode saber o que você está fazendo, onde está almoçando, o que está assistindo, que museu está visitando e quantas aspirinas você precisou tomar para “destruir”sua dor de cabeça.  Somos todos seguidores da filosofia Gillette: “A primeira faz tchan, a segunda faz tchun e tchan tchan tchan tchan!”.  Tudo rapidinho, sem complicação nenhuma, em qualquer lugar, a qualquer hora.

E o Facebook?  O Facebook é mais complexo,  cheio de coisinhas para quem ainda tem tempo para ficar jogando joguinhos com os amigos, editando álbuns de fotos, etc.  Para pessoas como eu, que gostam da atualização imediata; “escreveu, todo mundo leu”; mas ainda tem tempo para gastar com bobeirinhas tipo Farmville.

Então, é isso, em 2010, a internet é mais imediata do que em 2002, 2003, 2004, 2005, etc; e os blogueiros preguiçosos estão se transformando em twitteiros.  Por outro lado, os que gostam de falar e escrever já não precisam de blogs… o b se transformou em v, e atualmente, quem tinha blog, tem vlog.  Mas isto é um outro assunto… para um outro post, qualquer dia destes…

Personas

Friday, February 19th, 2010

Até hoje, eu usava os  wallpapers do iGoogle e os temas do Firefox para personificar o meu navegador e mudar de cara sempre que ficava enjoada.  Hoje, comecei a usar “Personas para o Firefox”. Você pode escolher entre “trocentos” mil designs e trocar de design em segundos.  Muuuuito legal!

É por estas e outras que o Internet Explorer só existe no meu computador, por causa des websites atrasados (que geralmente são de organizações importantes… blah!).  Do contrário, já teria aposentado o velhinho há muitos anos.

Google Maps… Holly Shit!

Wednesday, December 17th, 2008

Holly shit!

Ontem, eu estava brincando no Google Maps e descobri que o meu bairro entrou na database do Street View, embora a numeração das casas esteja totalmente errada e a foto tenha sido tirada antes de comprarmos a casa (as janelas são de outra cor, a caixa de cartas ainda é a velha, etc).  Se você procurar pelo meu endereço e clicar no Street View, a casa que aparece é uma outra que fica quase no início da rua,  totalmente diferente da minha.  Para encontrar a minha casa você precisa usar o mouse e “percorrer” a rua até a minha casa.

Hoje, maridon resolveu brincar no Google Maps (porque ele descobriu o Street View a pouco tempo… RS) e começou a xeretar as casas dos nossos amigos e familiares e… descobriu que a casa do nossos amigos, em Oklahoma, foi fotografada quando estivemos lá por 3 dias, em Janeiro deste ano, durante a nossa viagem de mudança de New Mexico para South Carolina.

Ah? Como é que ele tem CERTEZA disso?  Ué… na foto: meu carro, a Durango dele e o nosso trailler (que já foi vendido) estão estacionados na porta da casa dos nossos amigos!

Agora me fala… conseguiu fechar a boca?  Porque a minha ainda está aberta! :)   Inacreditável!