Capítulo XL

“O tempo passa, o tempo voa… e a poupança Bamerindus…” Ih! Bamerindus?  O que é isso? 😉

O tempo passou, a poupança Bamerindus passou, e os 30 se transformaram em 40!  Há 10 anos atrás, registrei, aqui mesmo no blog, a chegada dos meus trinta anos de idade.  Hoje, registro a chegada dos 40… Ahã… “quaaaarenta”!  Dia 15 de abril passado, recebi de braços abertos, o início do capítulo 40.    O número assusta, mas não machuca (tanto…). Para mim, os 39 foram muito mais complicados dos que os 40 em si.  É claro, tudo muito simbólico e psicológico.  Geralmente, as mudanças da idade não aparecem de um dia por outro; a ciência explica que o “envelhecimento” físico começa mesmo aos 25, mas estamos cansados de saber que não prestamos atenção em nada disso, até a chegada dos 30. Eu?  Parei para pensar no envelhecimento físico, quando as letrinhas começaram a ficar menores, aos 38…  A necessidade de usar óculos para leitura foi um choque emocional.  Sim!  Porque nunca precisei usar óculos; mas com o tempo, me acostumei fazer cara de intelectual e comecei a curti a vida em HD.  😉 É claro, passei pela crise dos 30… academia, comida natural e saudável, trocentos cremes, etc, etc, e tal; mas essa crise passa, assim como os anos.

Os 39 e a proximidade dos 40 é que foram complicados.  Digo, psicologicamente complicados. Você pára para pensar e começa a achar defeito em tudo o que não tem defeito.  Pior, você começa a aceitar que não tem mais 20 anos… ahã, não pode planejar trocentos filhos biológicos (e, as vezes, nem um), começa a sentir uma dor aqui, outra ali,  a ouvir dos médicos que precisa prestar atenção no colesterol, no açúcar, nos cambau, “porque embora você não tenha problema nenhum AINDA, a chegada dos quarenta é um fator que aumenta muito a possibilidade de você desenvolver alguma tipo de doença…”, blah blah blah…  Você pára para pensar que você não é a única pessoa que está envelhencedo… todo mundo está envelhecendo… e aí, o buraco é mais embaixo.  Sim, envelhencendo… Eu sei, eu sei, hoje em dia, os 40 são os novos 30, mas aos 40 você precisa tomar decisões definitivas, como por exemplo: ter filhos?  ou ter mais filhos?  Uma definição definitiva.  Para mim?  Fácil e ao mesmo tempo complicada. Fácil de argumentar, difícil de aguentar.  Sim, eu posso argumentar por horas a decisão de não ter filhos, mas não suporto uma única hora de cobranças.

Enfim, cheguei aos 40 e pretendo chegar aos 80, 90, 100!  Não escondo minha idade (acho isso uma babaquice sem tamanho…).  Só quero ser feliz, e felicidade não é um número. Então tão… Feliz 40 para mim! E para todos que estão chegando neste capítulo tão importante.

Primavera

É Primavera… época de limpar os jardins, plantas flores novas, esperar e curtir a estação do ano mais bonita. Faz um tempão que não escrevo no jardim… Pensando melhor, faz um tempão que não escrevo no Jardim, feliz.  Por vezes pensei em fechar este este espaço de vez, afinal este blog estava presente na internet meio que fantasma… mas deixei aberto com a esperança de voltar a escrever algum dia.  Enfim, voltei?  Não sei… Por hoje, sim.

Entre tempestades e dias de sol, muita coisa mudou e muita coisa continua igual.   Continuo morando na Carolina do Sul, continuo casada com o amor da minha vida, continuo apaixonada por animais e, por incrível que pareça, continuo viciada em palavras. No final de 2012, resolvi voltar a estudar.  Entendi, de uma vez por todas, que o meu lugar é nas salas de aula, aprendendo e ensinando.  Encarei o medo de me sentir “tiazinha” e invadi o mundo universitário.  Fui aceita na Universidade da Carolina do Sul, e recomecei minha aventura no mundo acadêmico… reencontrei a universitária adormecida e mergulhei de cabeça… Aí… algumas nuvenzinhas foram se acumulando, a tempestade foi se formando… e de repente, a porcaria da depressão passou na minha vida como um tornado, sem dó e nem piedade… A batalha foi longa e difícil, mas venci.

Depois de um semestre parada (por recomendação médica), voltei para a faculdade no Outono de 2013.   Esta volta para a faculdade talvez tenha sido a volta às aulas mais complicada da minha vida,; eu queria voltar, mas tinha medo…Do que? Sei lá… medo do monstrinho  da depressão, da droga da ansiedade… assim, simplesmente medo; mas enfim, voltei, devagar, mas determinada como sempre…

Um ano depois do começo da batalha contra a depressão, aqui estou… meio que sem palavras para descrever tudo o que aconteceu, talvez por precaução, por não querer lembrar e reviver o que aconteceu… ou talvez porque tudo foi tão intenso e tão maluco, que eu realmente não tenha palavras para descrever o que aconteceu, o que senti, sei lá…  Parece coisa de adolescente em crise, mas foi assim mesmo… uma confusão sem começo, sem meio, mas com fim… oh yes, com FIM! Hoje, estou FELIZ (ouça universo: ESTOU E SOU FELIZ), reaprendi o que havia esquecido e voltei a sonhar… Voltei a sonhar… e isso é muito mais do que o suficiente para eu ser feliz… VOLTEI A SONHAR!  BEM VINDA PRIMAVERA!

Voltei a sonhar

 

O pesadêlo acabou.

É mais um ano começou, cheio de esperança, muita energia e pensamentos positivos.  2013 ficou para trás, para a história, em um caderno amarelado… Na noite do dia 31 de dezembro de 2013, contei as horas, os minutos e os segundos para a chegada de 2014. 2014 será o ano dos pensamentos positivos e das realizações.  2013 foi um ano horrível para mim.  Sim, conquistei sonhos materiais, mas perdi a força que me deixava de pé diante das provações da vida, desci a montanha… chorei, perdi a esperança, não quis levantar do chão; mas levantei, e escalei a montanha e venci!!!  Não foi fácil… qualquer dia destes eu páro para falar mais sobre essa montanha, mas venci, e o mais importante, sempre tive meus amigos, família e, principalmente, marido, perto de mim, lutando por cada minuto, cada sorriso, cada vitória.

Para falar a verdade, não me lembro muito do que aconteceu o ano passado… lembro de algumas coisas, coisas que quero esquecer, mas me lembro claramente do dia em que me ajoelhei no tapete da minha sala, em completo desespero, e pedi com todas as forças e com toda a minha fé, que Deus me levantasse e abrisse os meus olhos para vida.  Meu marido estava lá, me abraçando e chorando comigo; e quando eu disse que queria desistir da luta, ele olhou diretamente nos meus olhos e disse: “Você é tudo para mim, o ar que eu respiro; se não lutar por você, lute por mim, lute pelo nosso amor.” E lutei.  Lutei. E comemoramos a meia-noite do dia 31 de dezembro de 2013 abraçados, declarando ao mundo: O PESADÊLO ACABOU!

Feliz 2014!!!! Que cada dia seja de sorrisos, amor, saúde e paz!  Feliz Vida!

P.S: Quero voltar a blogar, porque me faz bem…

Olhos verdes

2013 começou bem, embora o inverno tenha sido uma tortura.  Não sei porquê decidi fazer aulas de Biologia às 8 da manhã, então minhas terças e quintas foram bem geladas… um frio de rachar, para assistir uma aula chata p. caramba; porque o professor é um daqueles engraçadinhos chatos… Enfim, achei que iria amar o curso, mas não gostei.  Enfrentar o frio para assistir aquelas aulas chatas não foi fácil… Enfim, no final das contas, tive que sair da facul este semestre, depois que o monstrinho da depressão me deu uma rasteira… Frio, solidão, desânimo, stress e a perda do Snoopy, mudaram o ritmo e os meus planos para o começo do ano.  Meu pretão ficou muito doente e, embora tenhamos lutado bastante, os dois, juntos, tive que deixar ele ir embora, para parar de sofrer. Ele tinha câncer nos pulmões e na garaganta,  não tinha como ter esperança.  Minha prova de amor foi parar com o sofrimento dele e…  foi aí que tudo começou… o monstrinho da depressão chutou o pau da barraca e eu deci a ladeira…

Mas, hoje, eu não quero falar sobre o meu tombo, quero falar sobre um dos meus remédios… minha Bella, de Isabella. Durante um tempo, jurei para eu mesma que não queria mais chachorros…  Sofri demais, doeu demais… nem preciso explicar o quanto.  Sou assim, animal para mim é membro da família, e quando um vai embora.. doe demais; mas, enfim, quando o maridon voltou para casa, começamos a conversar sobre adotar um outro cachorro, quando eu estivesse preparada.  Aí, um dia, voltando da base, vi um cartaz sobre filhotes de labrador, gratuitos.  Paramos, anotamos o telefone, ligamos e deixamos recado no voicemail da pessoa.  Quando estávamos chegando em casa, o telefone tocou, e resolvemos dar meia-volta e ver os filhotes.  Foi paixão a primeira vista.  Uns 8/9 filhotes de labrador, pretos e chocolates, todos pulando, brincando, correndo… a filha da dona dos filhotes, pegou uma menina chocolate e, depois de pensar mil vezes, em 2 minutos, sentei na grama, peguei ela no colo e suspirei no ouvido dela: “É você que vai curar meu coração não é?”…  O maridon já estava babando… voltamos p casa com os olhinhos verdes que responderam “sim”; e desde então, ela tem alegrado a nossa casa com graçinhas que só um fihote de labrador pode fazer.  Em 3 semanas, triplicou de tamanho, aprendeu a pedir para ir ao banheiro lá fora (na primeira semana!), aprendeu a sentar p ganhar biscoitinhos e aprendeu a amar a nossa família de dois humanos, 3 gatos e uma arara.  A Pitanga aprendeu a chamar “Bella!”, os gatos ainda estão desconfiados, mas a minha Bella conquistou o coração de todos.

Bem vinda, Bella… meus olhinhos verdes…

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P.S: A estátua do labrador preto é um presente de uma amiga muito especial.  A lembrança de que o meu pretão está sempre nos nossos corações. (Pssssst… podem me chamar de louca, mas acredito que eles tenham sido amigos, antes do nosso Criador enviar a Bella para nossa casa.) 😉

Roller Coaster

Pois bem… voltei a escrever, com motivo e necessidade.  Escrever é saudável, ocupa o nosso tempo, despeja os pensamentos, dá prazer intelectual. Enfim, voltei.  Entre o post passado e este, melhorei bastante. Estou me cuidando, estou lutando contra os pensamentos negativos e contra o medo… o pior mostrinho da ansiedade.  A batalha não é fácil, mas será vencida; ou melhor… foi vencida. Chega uma hora que você pára de pensar nos mil motivos pelos quais você sente solidão, tristeza, sei lá o quê… porque é mesmo inexplicável.  Chega uma hora que você pára de deixar o egoísmo dominar a sua mente e abre os olhos e enxerga as outras pessoas, as outras vidas… No meu caso, não posso reclamar de nada.  Minha vida nunca foi perfeita, como a vida de todo ser-humano, mas sempre vivi coisas boas e tive sorte.  O meu problema é ser emotiva demais…  eu me preocupo com tudo e com todos, sofro por tudo e por todos… Às vezes, gostaria de ser menos “ser” e mais “humana”.  No sentido de ser menos “sensível” e mais “normal”… aceitar que errar é aceitável, perfeição não é possível, controle é relativo e a vida é uma roller coaster.  Nunca fiz planos, sempre deixei a vida me levar… e não é agora que vou começar a planejar a vida., porque no final das contas, a vida não pode ser planejada… devemos viver um dia por vez e ponto final.

O monstrinho de duas cabeças

Será que é muito cedo para falar sobre o monstrinho que puxou o meu tapete e me deixou estatelada no chão?  Será que é muito cedo falar sobre a ansiedade e a depressão?  Um monstrinho de duas cabeças que há alguns anos atrás aterrorizou a minha vida, perdeu a batalha, mas voltou a bater na minha porta no começo deste ano?  Será que é muito cedo falar sobre isso, quando ele, o monstrinho, JÁ está no chão, mas eu ainda preciso ter forças para dar os últimos golpes e acabar com esta luta?  Nunca pensei que ele me derrubaria de novo… Sabe quando você está aprendendo a andar de bicicleta, aprende, acha que tem tudo sobre controle,  começa a correr e, de repente, aprende que brecar descendo uma rampa não adianta, você vai se esburrachar do mesmo jeito? Pois então… eu reconheci todos os sinais, mas quando corri para pedir ajuda, já estava toda roxa do tombo olímpico.  Passei por dias difíceis… mas estou lutando, ou melhor dizendo, estamos (porque meu marido está ao meu lado a cada segundo).  Tive que deixar a faculdade este semestre… maridon teve que voltar do Afeganistão as pressas, porque parei no hospital duas vezes (além das visitas semanais ao pronto-socorro), mas estou lutando… remédio, terapia, palavras, palavras, palavras…  Desta vez, tive (e tenho) sintomas psicosomáticos… um formigamento irritante nas pernas, nas mãos, nos braços e na cabeça, causado pela tensão nos ombros, no pescoço e nada pernas… Tenho a sorte de ter uma médica que é um amor… calma e compreensiva, daquelas que responde todas as trocentas perguntas de um pessoas ansiosa…

Minha terapeuta diz que eu só preciso abrir a porta… a chave está lá, só preciso dar mais alguns passos e abrir… Abrir e sair para ver o sol de novo.

Opa! 2013 está aqui.

Wow… bati o meu recorde, um ano inteiro (ou quase… faltam 2 dias RS) sem escrever aqui.   Na verdade, mantenho o blog para manter as memórias, mas tenho esperanças de voltar a escrever por aqui, só preciso inspiração e vontade.  Em todo caso, passei por aqui para bater cartão… e deixar “gravado” um resuminho de 2012.

2012 foi um ano calmo e cheio de mudanças.  Entretanto, deixo aqui as três mais marcantes:

1. Em março, acompanhei o nascimento do meu sobrinho via internet (cheia de emoção, como não poderia deixar de ser). Lucas chegou cheio de saúde e em grande estilo.

2. Em agosto, resolvi, finalmente, voltar a estudar.  Fui aceita na Universidade da Carolina do Sul (campus de Sumter) e iniciei mais uma estória no ensino superior.  Esta volta para as salas de aula foi bastante rejuvenecedora.  Entendi, de uma vez por todas, que o meu lugar é nas salas de aula, como aluna e como professora; aceitei o meu destino e resolvi estudar para voltar a educar.  O ambiente escolar me faz bem.  Finalmente, reencontrei uma velha amiga, a Vanessa apaixonada pelos livros e cadernos, que havia se perdido há alguns anos atrás.

3.  Mais uma vez, encaro longos dias sem meu marido.  Em Outubro, maridon foi enviado para o exterior (terras cheias de areia… e de tristeza…), onde ficará por alguns longos meses. A faculdade mantém a minha cabeça saudável; e os nossos 5 minutinhos de troca de mensagens diários mantêm o meu coração batendo, cheio de saudade.

Enfim, 2013 chegou… e que seja repleto de saúde, amor, alegria e vitória!  Feliz 2013!

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Mais uma virada.

2011 passou, 2012 chegou e este blog continua mais parado do que nunca. O importante é que 2011 foi um ano bom.  Na verdade, um ano bem melhor do que eu esperava. Em 2011 aprendi que a vida é muito mais do que as notícias ruins nos jornais noturnos… ou nas previsões loucas e negativas da nossa imaginação. Este papo de pensar positivo e agir positivo é muito mais poderoso e eficiente do que imaginamos.  Viver não é complicado… o ser-humano com o seu complexo de grandeza e importância singular é que torna a vida complicada. Aprendi a parar de me preocupar (ou a enganar a minha preocupação excessiva) e,  simplesmente, viver, um dia de cada vez, uma hora de cada vez, sem ficar pensando no amanhã, no por quê, no será e no “se”.  É óbvio… não deixei de ser quem sou, não passei a viver sem me preocupar com tudo e com todos, mas deixei de viver para me preocupar… e esse “deixar” revolucionou a minha vida. Sim, aprendi a controlar a minha ansiedade… com maestria.  Vitória!

Em 2011, maridon voltou para casa, depois de passar um ano na Coreia do Sul a trabalho. Neste meio tempo (de maio de 2010 à maio de 2011), o tempo passou sem eu pensar na horas… Senti saudade, mas sobrevivi… ou melhor dizendo, vivi. A saudade doeu, mas não feriu.  A preocupação existiu, mas não resistiu, a ansiedade deu as caras, mas enfiou o rabo entre as pernas e saiu de fininho. Passei na prova final.  Venci.  Vencemos.  As páginas viraram, o capítulo acabou, e a viagem longa para a Coreia ficou no passado.  Ponto final.  Bem assim… foi e pronto.

Em 2011, conheci pessoas lindas: pessoas que eu já conhecia no mundo virtual, mas não conhecia pessoalmente; e pessoas que moravam aqui, bem pertinho, em outra cidade.

2011  foi o ano em que deixei de ser somente brasileira para definitivamente e oficialmente ser, também, americana.

Dei abraços longos e sentidos de “despedida” em MAIS amigos que fizeram as malas para morar em outro estado (um capítulo que começou em 2010 com a mudança de OUTROS amigos… em efeito dominó); assim como dei abraços longos, cheios de saudade em amigos e familiares que eu não via há muito tempo.

E depois de tantos abraços, batalhas, saudade; depois de tanta distância, fechei o ano com chave de ouro com uma visita maravilhosa ao Brasil. Pela primeira vez, voltei ao Brasil para visitar Sampa de passagem e, finalmente, conhecer a nova casa dos meus pais em Itanhaém, no litoral de São Paulo.  O ano passado, meus pais resolveram deixar a bagunça e histeria paulistana para viver em uma pequena cidade litorânea, em uma casa que fica a dois quarteirões do mar; uma pequena cidade onde as pessoas começam o dia com uma caminhada a beira da praia e terminam o dia conversando na varanda ao som das ondas do mar.

Enfim, que 2012 seja assim… um ano calmo, simples, com mudanças boas e tranquilo… cheio de paz e de esperança.

You will never go back.

Primeiro foi o iPod Classic… depois o iPod Touch, o iPad… e agora, tomei coragem e troquei o famoso e clássico PC pelo Mac. Sábado passado, maridon me surprendeu com a realização de mais um dos meus sonhos geeks.; ganhei um Mac Book Air. 🙂

Meu novo amiguinho é o o Mac Book Air de 13 polegadas com 128 GB de memória flash.

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As primeiras impressões?

Por que é que demorei tanto tempo para fazer esta mudança? A diferença de velocidade e praticidade é gritante. Reconheço e admiro a história do Windows no mercado de computadores, mas o sistema operacional da Apple é um sonho… rápido, intuitivo, inteligente, leve, limpo, novo… Ah…I am in love. 😉

É claro que ainda estou me acostumando com as diferenças de nomenclatura e de sistema, mas estou amando. Aí você me pergunta: “Mas é assim mesmo? Um mar de rosas?”. Eu respondo: “Quase”. Uma das coisas que eu mudaria no Mac é a configuração do teclado. O esqueminha para os acentos da Língua Portuguesa, por exemplo, é super diferente do que estamos acostumados no Windows, mas a nova versão Lion do iOS facilita bastante. Além disso, descobri que em programas como o WordPress, por exemplo, o esquema de acentuação do pc ainda funciona igualzinho ao Windows (que surpresa boa). O resto? Não tem o que mudar… é tudo inteligente e moderno demais. Você clica no iTunes, por exemplo, o programa pula na sua frente em meio segundo, rodando perfeitamente, 100%, como se estivesse aberto o dia inteiro. Ligar e desligar o laptop é como respirar… segundos. Outra coisa muito legal, o corretor ortográfico funciona em qualquer programa que está sendo usado no Mac; e reconhece, automaticamente, o idioma que você está usando; entre outras dezenas de coisas que te deixam de boca aberta (o zoom in e zoom out com gestos no mouse, a troca de páginas e programas passando os dedos no mouse, etc). Tudo vapt-vupt, o sonho de qualquer pessoa que ama computadores.

Para completar a festa, comprei o Magic Mouse. 😉 A diferença entre um mouse normal e o magic mouse? Nem tem por onde começar… Tudo! Só usando ou assistindo o vídeo para perceber a diferença.

Enfim, troquei e estou feliz. É claro que vou manter o meu laptop com o Windows, para ficar atualizada nos dois sistemas e usá-lo quando extremamente necessário; mas estou me desfazendo do meu Desktop e Netbook (nem preciso de tantos computadores assim). No futuro, se eu voltar a comprar um Desktop, será um Mac, com certeza. Experimente, você vai amar. Como uma amiga disse no Facebook: “Once you get a Mac you will never go back”. 😉

P.S: Eu ainda não parei para conferir, no papel, a diferença do peso entre o Mac e o iPad (o meu iPad é da primeira geração), mas tenho a impressão que o laptop é mais leve que o iPad ou, no mínimo, o mesmo peso ;). Anyway, depois volto com mais detalhes e impressões. 🙂

Update – 30 de setembro: Depois de mais alguns dias de uso, percebi que a configuração de teclado está funcionando com os acentos, como em um pc, em todos os programas. O que que eu fiz? Não sei. Desconfio que o sistema tenha reconhecido o meu idioma de preferência para teclado, sozinho. O que eu sei é que nos primeiros dias, tentei teclar os acentos como sempre teclei e tive problemas… pesquisei e vi que o Mac era diferente (option+whatever), mas que o Lion tinha a tal da janelinha de ajuda… configurei a janelinha de ajuda, usei e, hoje, me dei conta de que estava teclando normalmente (assim mesmo… de repente), sem janelinha, sem option, sem números, sem diferença nenhuma do que sempre fiz desde que aprendi a digitar “trocentos” anos atrás. 🙂 Sei lá…

Remember

Enquanto a inspiração para escrever continua perdida por aí. Deixo aqui uma das minhas músicas favoritas de Josh Groban, uma das vozes mais lindas que já ouvi. E ao mesmo tempo, testo este mini flash player para um amiga. 😉 Enjoy!

P.S: Qualquer dia destes volto para escrever um post sobre o show de Josh Groban que assisti no mês de Junho deste ano.